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10.5.09







INTRODUÇÃO AS CARÍCIAS E O ILUMINADO



Chega de viver entre o medo e a raiva! Se não aprendermos a viver de outro modo, poderemos acabar com nossa espécie.É preciso começar a trocar carícias, a proporcionar prazer, a fazer com o outro todas as coisas boas que a gente tem vontade de fazer e não faz, porque "não fica bem" mostrar bons sentimentos!

No nosso mundo negociante e competitivo, mostrar amor é... um mau negócio.

O outro vai aproveitar, explorar, cobrar... Chega de negociar com sentimentos e sensações. Negócio é de coisas e de dinheiro - e pronto!

Bendito Skinner - apesar de tudo! Ele mostrou por A mais B que só são estáveis os condicionamentos recompensados; aqueles baseados na dor precisam ser reforçados sempre - senão desaparecem.

Vamos nos reforçar positivamente. É o jeito - o único jeito - de começar um novo tipo de convívio social - uma nova estrutura - um mundo melhor.









Freud ajudou a atrapalhar mostrando o quanto nós escondemos de ruim; mas é fácil ver que nós escondemos também tudo o que é bom em nós, a ternura, o encantamento, o agrado em ver, em acariciar, em cooperar, a gentileza, a alegria, o romantismo, a poesia, sobretudo o brincar - com o outro.

Tudo tem que ser sério, respeitável, comedido - fúnebre, chato, restritivo, contido...

Há mais pontos sensíveis em nosso corpo do que estrelas num céu invernal.

"Desejo" , latim de-sid-erio; provém da raiz "sid", da língua zenda, significando ESTRELA como se vê em sideral - relativo às estrelas.Seguir o desejo é seguir a estrela - estar orientado - saber para onde se vai - conhecer a direção...

"Gente é para brilhar", diz mestre Caetano.Gente é, demonstravelmente, a maior maravilha, o maior play-ground e a mais complexa máquina neuro-mecânica do Universo Conhecido. Diz o Psicanalista que todos nós sofremos de mania de grandeza, de onipotência.

A mim parece que sofremos todos de mania de pequenez.

Qual o homem que se assume em toda a sua grandeza natural?

"Quem sou eu, primo"...

Em vez de admirar, nós invejamos - por não termos coragem de fazer o que nossa estrela determina.

O Medo - eis o inimigo.O medo principalmente do outro, que observa atentamente tudo o que fazemos - sempre pronto a criticar, a condenar, a pôr restrições - porque fazemos diferente dele.

Só por isso.

Nossa diferença diz para ele que sua mesmidade não é necessária. Que ele também pode tentar ser livre - seguindo sua estrela. Que sua prisão não tem paredes de pedra, nem correntes de ferro. Como a de Branca de Neve, sua prisão é de cristal - invisível.

Só existe na sua cabeça. Mas sua cabeça contém - é preciso que se diga - todos os outros - que de dentro dele o observam, criticam, cometem - às vezes até elogiam!

Porque vivemos fazendo isso uns com os outros - nos vigiando e nos obrigando - todos contra todos - a ficarmos bonzinhos dentro das regrinhas do bem comportado - pequenos, pequenos. Sofremos de Megalomania porque no palco social nos obrigamos a ser, todos, anões. Ai de quem se salienta - fazendo de repente o que lhe deu na cabeça. Fogueira para ele! Ou V. pensa que a fogueira só existiu na Idade Média?Nós nos obrigamos a ser - todos - pequenos, insignificantes, inaparentes, "normais" - normopatas diz melhor; oligopatas - apesar do grego - melhor ainda. Oligotímicos - sentimentos pequenos - é o ideal...

Quem é o iluminado?No seu tempo, é sempre um louco delirante que faz tudo diferente de todos. Ele sofre, principalmente, de um alto senso de dignidade humana - o que o torna insuportável para todos os próximos - que são indignos.Ele sofre, depois, de uma completa cegueira em relação à "realidade" (convencional) que ele não respeita nem um pouco. Ama desbragadamente - o sem-vergonha. Comporta-se como se as pessoas merecessem confiança, como se todos fossem bons, como se toda criatura fosse amável, linda, admirável.Assim ele vai deixando um rastro de luz por onde quer que passe.Porque se encanta, porque se apaixona, porque abraça com calor e com amor, porque sorri e é feliz.Como pode esse louco?Como se pode estar - e viver! - sempre tão fora da realidade - que é sombria, ameaçadora; como ignorar que os outros - sempre os outros - são desconfiados, desonestos, mesquinhos, exploradores, prepotentes, fingidos, traiçoeiros, hipócritas...Ah! Os outros...(Fossem todos como eu, tão bem comportados, tão educados, tão finos de sentimentos...) O que não se compreende é como há tanta maldade num mundo feito somente de gente que se considera tão boa. Deveras não se compreende.Menos ainda se compreende que de tantas famílias perfeitas - a família de cada um é sempre ótima - acabe acontecendo um mundo tão infernalmente péssimo.

Ah! Os outros... Se eles não fossem tão maus - como seria bom...


Proponho um tema para meditação profunda; é a lição mais fundamental de toda a Psicologia Dinâmica:



*Só sabemos fazer o que foi feito conosco.

*Só conseguimos tratar bem aos demais se fomos bem tratados.

*Só sabemos nos tratar bem se fomos bem tratados.

*Se só fomos ignorados, só sabemos ignorar.

*Se fomos odiados, só sabemos odiar.

*Se fomos maltratados, só sabemos maltratar.

Não há como fugir desta engrenagem de aço: ninguém é feliz sozinho.

Ou o mundo melhora para todos ou ele acaba.Amar o próximo não é mais idealismo "místico" de alguns.

Ou aprendemos a nos acariciar, ou liquidaremos com nossa espécie.

Ou aprendemos a nos tratar bem - a nos acariciar - ou nos destruiremos.

Carícias - a própria palavra é bonita.Carícias... Mãos deslizando lentas e leves sobre a superfície macia e sensível da pele.... Olhar de encantamento descobrindo a divindade do outro - meu espelho!Carícias... Envolvência (quem não se envolve não se desenvolve...), ondulações, admiração, felicidade, alegria em nós - eu-e-ele, eu-e-outros.




Energia poderosa na ação comum, na co-operação.na co-munhão.na co-moção.

Só a União faz a Força - sinto muito, mas as verdades banais de todos os tempos são verdadeiras - e seria bom se a gente tentasse FAZER o que elas sugerem, em vez de, críticos e céticos e pessimistas, encolhermos os ombros e deixarmos que a espécie continue, cega, caminhando em velocidade uniformemente acelerada para o Buraco Negro da aniquilação.



Nunca se pôde dizer, como hoje: ou nos salvamos - todos juntos - ou nos danamos - todos juntos.


José Angelo Gaiarsa, extraída do Livro: A CARÍCIA ESSENCIAL,


Autor de Texto:Dilma Damasceno"PSICOLOGIA DO AFETO"

23.4.09

Por: Eliana Psicóloga
Quando é que nos permitiremos transformar a pessoa em SER HUMANO?
Quando é ,que nos permitiremos transformar nossa pedra bruta em algo sensível?
Quando afinal nos permitiremos retirar da água de nossa existência á emoção que nos fará a diferença?
Quando nos permitiremos transformar o vinho em sangue que nos mantém vivos?
Quando afinal nos permitiremos,a transformar o sangue na consciência de Ser Humano?Estamos em um longo e duradouro período de crise;
crise economica,crise familiar, crise mundial
e é justamente neste período ,que devemos usar de todo nosso bom senso,
nossa criatividade, nossa sensibilidade…Transformar o ruim em algo bom, sabermos usar nossa inteligência e intuição á favor no processo em que avançamos e desenvolvemosnossa(s) missão(es) .Dar um STOP em nosso barulho criando o silêncio da reflexão .É ora de apredermos a olhar para o céu e vermos as estrelas e aprendermos a seguir a direção Norte que ela nos aponta.É ora de acabar com as guerras, pessoais e impessoais.É ora de transformar, é ora de apredermos a nos defendermos e eliminar o problema sem lesar a vida de nada e de ninguém.É ora daquele olhar estratégico para eliminar de vez nossas aflições.É ora de sermos Reis e sairmos do tabuleiro de xadrez e nos permitirmos na realidade ,a sermos ajudados e socorridos sem vaidade.É este o grande momento, que todos esperavam ,de sermos melhores,mas muito melhores que éramos antes.Já não importa se os relógios do mundo adiantam ou atrazam, pois no último minuto do ano, a Terra fará seu processo natural ,de retorno…Então sejamos simples e descomplicados, sejamos analisados sem interpretações alheias,nos coloquemos disponíveis a transformação.Vivamos a Era de aquárius ,com os pés no chão, insolentes ,atrevidos ,enfrentadores de nossos maiores temores.Não tememos mais a morte, pois aprendemos sobre a vida.Sem crédulos ou religiões, somos apenas HOMENS, seres Humanos, TODOS nascidos da mesmaforma e terminando da mesma maneira.Tenhamos coragem de transformar esta PESSOA que somos em um SER HUMANO …

1.3.09

Aspectos sociais do Xadrez

Herbert Carvalho O xadrez é um esporte de elite. Como atividade cultural, sua teoria e prática estão monopolizadas pelas classes dominantes. As salas bem equipadas, os tabuleiros, as peças, os relógios, os quadros murais, os livros técnicos - quase todos importados e em idiomas estrangeiros - são acessíveis apenas aos que podem freqüentar os clubes mais ricos e as melhores escolas. As pessoas que se destacam neste jogo, os “mestres”, são considerados “gênios”, “super dotados” e até mesmo “extravagantes”. No Brasil, negros não jogam xadrez e nem sequer freqüentam as salas especializadas. Até há bem pouco tempo, eram também raríssimas as mulheres que se interessavam, em geral desestimuladas pelos preconceitos e pelo tabu da “genialidade”. Esta visão deturpada do jogo de xadrez, alimentada pela imprensa ao mitificar enxadristas como o brasileiro Mequinho e o norte-americano Bobby Fischer, acabou por se generalizar. E, ao ficarem evidentes os traços de paranóia na personalidade destes supostos gênios, chegou-se a gerar nos meios intelectuais uma interpretação totalmente diversa: todos os enxadristas seriam loucos ou imbecis. “O xadrez desenvolve um tipo de inteligência que só serve para jogar xadrez”, afirmou um humorista famoso. Assim, vemos que a controvérsia é grande. E se nos aprofundarmos, veremos que esta questão não é casual. Na verdade, o xadrez não é uma atividade humana difícil ou desimportante, tanto do ponto de vista cultural como esportivo. Qualquer pessoa, adulto ou criança, homem ou mulher, branco ou negro, culto ou analfabeto - até mesmo deficientes mentais, pode aprender a jogar em poucos minutos. Experiências de difusão do xadrez em escolas, penitenciárias, etc, comprovam a facilidade com que pessoas de "QI não muito brilhante" assimilam o jogo. E, com prática e estudo, podem dominar perfeitamente a técnica. Por outro lado, permanece a pergunta: Qual a importância de se saber jogar xadrez? O que o domínio desta técnica pode acrescentar ao indivíduo e ao corpo da sociedade? Aqui está o cerne do problema: pode acrescentar muito. O xadrez é um jogo que representa uma guerra. É um exercício vivo de estratégia e tática. É a teoria e a prática da luta e do confronto. Como se trava uma guerra? É sair por aí dando tiros aleatoriamente? Qual o momento do ataque? Quando empreender a retirada ou providenciar a defesa das posições conquistadas? Em qualquer luta, é necessário um estudo cuidadoso do inimigo e das circunstâncias para o confronto, da correlação de forças, das condições objetivas e subjetivas em cada momento. É preciso conhecer bem o campo de batalha e os exércitos e forças que nele atuam. É disto que trata o xadrez. Transmite a quem o pratica conscientemente as formas de organização de um plano estratégico e sua aplicação prática no desenrolar da batalha. Habitua o indivíduo a considerar as causas e efeitos de suas atitudes. A pensar nos riscos de seus atos, a ponderar as ameaças de seu adversário, na tentativa constante de antecipar o que pode acontecer a partir do lance seguinte. Um jogador de xadrez sabe que uma atitude precipitada conduz à derrota e que a passividade inerte também. Sabe que só se deve atacar em situação de vantagem. Sabe que é momento de se defender se a situação é ruim. Sabe, enfim, que apenas a consideração global de tudo o que acontece no tabuleiro pode levá-lo à vitória. Portanto, o xadrez auxilia o indivíduo a se preparar para a luta, aumenta seu poder de confronto, embora haja muitas pessoas que sabem lutar excepcionalmente sem nunca terem ouvido falar do jogo de xadrez. Lampião, analfabeto e ignorante, sobreviveu durante 23 anos no sertão do Brasil contra forças mais numerosas e melhor armadas, porque sua estratégia era correta: não combatia contra o povo, mas contra os exploradores e latifundiários. Certamente seria um grande enxadrista se as injustiças do meio social em que viveu não o tivessem lançado a uma batalha mais cruel e violenta: a luta desesperada pela sobrevivência e pela dignidade. Saber lutar Vimos que o xadrez ajuda a aprender e a lutar. E saber lutar é importante? Esta outra pergunta é bem mais fácil de responder e sua resposta elucida toda a polêmica em torno do assunto. Explica também porque um projeto que propunha o ensino do xadrez nas escolas estaduais de São Paulo, foi vetado pelo então governador Laudo Natel, sob a alegação de que "xadrez é jogo de comunistas". Explica porque as colunas de xadrez do jornal Opinião foram censuradas na época mais obscurantista da ditadura militar, porque um torneio de xadrez iniciado entre os aspirantes a oficial do CPOR de São Paulo foi misteriosamente interrompido e porque um enxadrista foi preso por estar jogando e ensinando xadrez em praça pública, num ato de solidariedade à greve dos metalúrgicos do ABC, em 1980. Não interessa às classes dominantes que o povo aprenda a lutar. O trabalhador trava uma luta diária, tanto individual como coletivamente. É constantemente atacado e aprende a se defender. Luta contra a carestia, contra o dono da casa de aluguel, contra a polícia e contra os bandidos que matam inocentes nos morros e na periferia. Luta contra a miséria, a ignorância, o preconceito, a fome, a doença e a exploração. E, não raras vezes, luta contra o próprio trabalhador, enganado por mentiras. Ataca e denuncia seu companheiro, por não conhecer a estratégia de luta de sua classe, cuja vitória só pode ser obtida por meio da mais sólida unidade. Não é por acaso que grandes lutadores das causas sociais foram também exímios enxadristas, como Vladimir Ilich Lênin, Ernesto Che Guevara, Fidel Castro ou o teatrólogo Samuel Beckett. Voltamos à afirmação inicial. O xadrez é hoje um jogo de elite. Os próprios enxadristas que o praticam, os mais destacados, com raras exceções, aceitam o esnobe título de "gênios". Sua conduta social e sua concepção do jogo são estritamente individualistas e egocêntricas. Querem vencer os adversários, esmagar o ego dos rivais, conservando para si os "segredos" técnicos que os levaram à vitória. Mequinho, quando descobria uma boa jogada, corria para fechar a porta, a fim de que "espiões russos" não se apoderassem de sua descoberta. É evidente que este tipo de conduta e de concepção do jogo, além de socialmente improdutivas, conduzem aos conhecidos casos de paranóia. Estes jogadores se esquecem que, mais importante do que dominar uma técnica, do que saber como fazer algo, é saber porque fazê-lo. E de nada adianta ser campeão de xadrez em um País onde a esmagadora maioria da população vive na mais absoluta miséria, onde todas as atividades culturais, esportivas e científicas estão circunscritas a uma minoria, que detém o total monopólio do conhecimento. Nada vale desfilar pelas ruas em carro aberto após a conquista do título de Grande Mestre, se numa esquina um mendigo pede esmola e na outra menores cometem assaltos. É preciso ser muito insensível para apenas ver um tabuleiro e peças de xadrez à sua frente quando, em volta, no gigantesco tabuleiro do País, os trabalhadores são humilhados ao questionarem seus direitos. A técnica de xadrez é uma arma, como todo o conhecimento, e assim deve ser usada. Quanto mais pessoas dominarem esta técnica e somarem este conhecimento à sua experiência geral de luta, mais difícil será aos detentores do poder manipular peões contra um adversário impotente. E assim, como uma arma, o xadrez deixará os clubes elegantes e passará a ter lugar nas ruas, nos bairros pobres, nas fábricas, nos campos e nas construções. Quando for um esporte popular, praticado pela massa do povo, seu progresso técnico será real e não artificial como hoje. E o campeão de xadrez não será louco, nem gênio, nem imbecil. Será apenas como um peão do próprio jogo de xadrez, que como resultado de um conjunto de esforços atinge o objetivo de se transformar em rainha. Será mais um trabalhador, como o operário ou o engenheiro, praticando uma atividade que reflete a realidade e que a modifica e transforma

3.1.09

Ajude Santa Catarina!!







Este ano eu gostaria de poder ,




fazer uma postagem linda, de final de ano, mas pensei bem e vou falar da trajédia que vivem milhares de vidas ,pessoas, animais , em Santa Catarina, uma terra linda de vias magníficas.
Infelizmente a natureza maltratou por demais aquela região, assim como em outros países como Cuba e centro,etc...que foram vítimas de furacões ..
Mas falando de Brasil, de Santa Catarina,final de ano, que tal uma chamada para ajudar aquela gente??
Confira nas matérias, doe !!
Doe o que puder ajudar ,seja de dinheiro ,alimentos ,roupas ,calçados, orações e pensamentos, tudo ajuda quando ao coração.Informe da Defesa Civil:
ENXENTES 2008 ,Santa Catarina/Brasil
Ajude Santa Catarina ,áreas de doações
Clique aqui:

7.12.08

Sorria você esta se curando!

11.15.2008

Sorria você esta se curando!
Rir melhora a qualidade de vida, Você é daqueles que costuma ,estar sempre de cara fechada, fazendo aquela ruga no meio da testa? Pois é ,sorrir é uma ótima maneira e não gasta nada,para se ter a saúde em forma ,tanto física,psico e vou dizer também o social,por que não! Rir ,motiva o cérebro á criar substâncias químicas,responsáveis pela alegria ,mas além disto, alimenta positivamente o sistema imonológico. Combate o stress e fortalece a musculatura facial.
A prática começa com exercícios de respiração seguidos por sessões de sorriso estimulado, com emissão de sons:
ho, ho, ho, ha, ha, haal .
Na India ,rir faz parte de tratamento médico ,a Yoga da risada desenvolvida pelo médico indiano Madan Kataria,desde 1995, e que há atualmente 1.300 clubes da gargalhada na India e um projeto especial sendo desenvolvido em presídios . Sigmund Freud,pai da psicanálise escreveu em 1916, "A graça e a relação com o inconsciente",defendendo a importancia de rir para saúde mental. Nas décadas de 60 Dr. Hunter Adams,dos USA,utiliza o riso como uma ferramenta de cura e terapia com enfermos. Nos estudos de Lee da Loma Linda University,da California/USA, conclui ,que rir cria anticorpos ,prevenindo gripes,males da garganta e outros,assim como é ótimo para o tratamento junto a pacientes com depressão,cancer,Aids, ansiedade . Um minuto de sorriso,corresponde 10 min, de esteira. pois estimulam o aparelho circulatório e equivalem a exercícios aeróbicos. No Brasil o primeiro clube da gargalhada ,foi criado em março de 2004 em Belo Horizonte,por Ursula Kichner e Mari Nascimento.
COMO O BOM HUMOR AGE SOBRE VOCÊ:
VASOS SANGUÍNEOS O riso melhora o tônus vascular e a pressão arterial, protegendo o coração de enfartes e cérebro contra acidentes vasculares e derrames.
CORAÇÃO Durante uma gargalhada, o ritmo do coração acelera. Ao pulsar com mais vigor, estimula a circulação de sangue pelo organismo. A risada protege o coração de infartes do miocárdio.
MÚSCULOS ABDOMINAIS Além dos músculos faciais, a risada estimula os músculos abdominais. Os constantes movimentos podem ajudar a digestão e o funcionamento do aparelho intestinal.
PULMÕES A respiração durante a risada é mais vigorosa. O ar é inspirado com mais profundidade e expirado com mais força. Isso aumenta a ventilação pulmonar. SISTEMA IMUNOLÓGICO Estimula a produção de células de defesa do organismo e faz com que elas se tornem mais ativas. Com isso, o organismo fica mais protegido contra vírus, bactérias e agentes alergênicos. Portanto, rir é mais que recomendável é saúde ,é qualidade ,é bem estar! Então vamos sorrir, ahahahahahahahah Dr.Hunter Adams/USA Fonte: Estudos do Dr.Hunter Adams e Madam Kataria
Postado por Eliana

15.11.08

Crise ,resnacendo das cinzas






Por :Eliana Salgado/Psicóloga
Crise ,como encará-la?Desespero,pânico, etc…,não são bons caminhos,outubro de 2008,omundo inteiro numa crise,só.Crise por alimentos, crise financeira ,crise dehabitação, crise por trabalho, crise na política,crise na saúde,na educação,crise na família…Nossa quantas crises,como viver ou sobreviverdiante deste panorama?Dos United States, a Europa, em rescesssão….A bolsa de Valores mundial,PARA de se movimentar!Falemos então ,como lidar com estes momentos!Em alguns artigos sobre política, diz-se:_____Encarar a verdade,tirar lições da crise é construir uma alternativa para asituação. _____(clique e confira o texto)Diz,Robert Henry Srour,doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo/Br.e diretor geral da IMS(Serviços Científicos),diz:…"A mudança organizacional não é um ato indeterminado,mas resultado de um exercício político.'.…'The organizational change is not as indetermined act,but a political exercise result.."É isto,então vamos lá:Lápis , papel na mão , experiências anteriores de vida e respire!1-Pense e Registre o que você tem como ferramenta para atuar.Não seja preconceituoso,apenas prático ,afinal isto também passará !2-Como você percebe que poderá utilizar estas ferramentas?3-De que maneira você consegue sustentar e por quanto tempo estas ferramentas te sustenta?Estas podem ser ,uma de suas estratégias ,buscar ferramentas concretas e possíveis a te ajudar a lidar,a admistrar cada momento,cada situação,cada crise.O aprendizado e experiências anteriores ,poderão ser de suma importância .para medir e avançarAvançar nas estratégias!!!Não esqueça que é um momento de stress,então não relaxe,vá exercitar o corpo e a mente,caminhe,faça exercícios fisicos e respiratório,pelo menos 1 vez ao dia.Ajudará,você vai ver.Se você tem alguma religião,ou acredita em alguma força procure se aproximar mais um pouco,isto te dará uma sustentação emocional neste momento.A Fenix renasce das cinzas ,mais pela forma que ela viveu e aprendeu a reconstruirsai :
FORTE,SABIO ,SAI INTEIRO.
Boa Sorte.

11.10.08

Quando as lições da crise,nos faz reconstruir!


Por :Silvia Lessa/Psicóloga

Falar em crise é fácil, pois crises existem desde os primórdios, difícil é viver dentro desta crise ,criar em cima destas dificuldades e sair vitorioso ao final de cada uma das experiências vividas.
Teríamos que rever ou criar situações, adaptações e desenvolver alternativas. Exemplos práticos,quando falamos em RECICLAR , estamos criando alternativa para vencer a crise que se abate no meio ambiente e por conta disso, e vou além, criamos alternativas de vida sem desperdício e com qualidade.
Quando guardamos o óleo de cozinha em garrafas pets para transformarmos em sabão, além de ajudar o meio ambiente, geramos produto para consumo próprio e possível vendas, gerando renda,quando juntamos as latinhas de alumínio ,garrafas pets e conseguimos descontos em nossas contas de luz , estimulamos a saúde do meio ambiente e economia, quando utilizamos alimentos antes jogados fora e o transformamos em alimentos ,evitamos o acúmulo de lixo , temos uma alimentação mais saudável ,economizamos , cito exemplos: torta de talos de verduras, geléia de beterraba e casca de banana, geléia de casca de abacaxi, casca de batata frita, doce de casca de melancia e outros, todos provados e aprovados.( Por mim particularmente ) .
Assim com criatividade conseguimos não só detonar as crises externas, mais podemos detonar nossas crises internas. Estas são mais complicadas , ou complicamos mais , enfim, é preciso acreditar na reconstrução, acreditar no novo, no poder de transformação, acreditar nas possibilidades que criamos , mais nas armadilhas que armamos , acreditar no diferente, acreditar no toque que a vida nos dá e que deixamos passar batido, acreditar em nossa percepção de parar e reverter processos ,acreditar na criatura e na criação .
Podemos ser e fazer diferente podemos colocar á mão na massa, temos o poder de criar e romper barreiras temos o poder de nos permitir ou não , temos o poder de passar experiências que nunca vivenciamos , somos capazes. Agora, você acredita em seu poder de criação? Em seu poder de fazer diferente? Eis a questão crucial .
Você primeiramente tem de acreditar, não espere que os outros criem em você, se apenas você é o responsável por sua criação.